segunda-feira, 28 de março de 2011

Governo, AMA e prefeitos discutem financiamento da Saúde, PSF e Dengue

Participaram o vice-governador, Thomaz Nonô, o secretário da Saúde, Alexandre Toledo e diversos prefeitos.


O financiamento da Saúde e a situação do Programa de Saúde da Família (PSF) e as ações de enfrentamento da dengue nos municípios foram discutidos nesta segunda-feira (28) com os prefeitos, durante a reunião da Associação dos Municípios Alagoanos (AMA) em Maragogi. O encontro contou com a participação do vice-governador, Thomaz Nonô, e o secretário da Saúde, Alexandre Toledo.
 
Na abertura da reunião, o presidente da AMA, Abraão Moura, falou sobre a importância de discutir in loco os problemas que afetam os municípios para melhoria da população. Ele relatou sobre a situação que os municípios vêm sofrendo com a falta de recursos para o desenvolvimento do PSF e o apoio da Confederação Nacional dos Municípios (CNM) para aumentar os investimentos para o programa. 
 
“Precisamos ter cautela e esperar a reunião que irá ocorrer no dia 5 de abril com o Ministério Público Federal e também a publicação, em maio, da Portaria do governo federal em relação ao aumento no repasse dos recursos aos municípios destinados ao PSF”, informou, acrescentando que a governo federal também está preocupado com a situação do PSF e que o problema não é só em Alagoas, mas em todo País.
 
Na ocasião, o secretário da Saúde, Alexandre Toledo, defendeu mais investimentos para Saúde e informou que o tema já vem sendo discutido pelo Conselho Nacional de Secretários da Saúde (Conass) e que é fundamental o engajamento de todos na luta para o fortalecimento do Sistema Único de Saúde (SUS) e, principalmente, no que diz respeito à Emenda 29 e na manutenção do Programa de Saúde da Família.
 
 “Desde que PSF foi criado houve apenas aumento de 18% no repasse de recursos. Este programa é muito importante para as ações da atenção básica e principalmente neste momento que estamos com risco alto de epidemia de dengue em Alagoas”, disse Toledo.
 
Sobre a carga horária dos médicos do PSF, o secretário disse que a Secretaria de Estado da Saúde (Sesau) vem fazendo um levantamento, mas ele defendeu que reduzir a carga horária de 40 para 30 horas, como o governo federal quer fazer, talvez não seja a solução mais acertada, porque poderá ocorrer redução na assistência à população.
 
“O importante é o investimento maior por parte do governo federal no PSF. Precisamos se organizar, otimizar os recursos e fortalecer os Colegiados Regionais de Gestão e lutar por melhorias na Saúde, porque esta questão do desfinanciamento da saúde é uma preocupação de todos os estados e municípios brasileiros”, disse Alexandre Toledo.
 
Secretário também defendeu em esperar a reunião com a MPF e a Portaria do governo e também levar a discussão junto ao CNM, na marcha dos municípios, que irá ocorrer no período de 9 a 12 de abril em Brasília. 
 
Participaram da reunião, os prefeitos de São Miguel dos Milagres, Colônia Leopoldina, Barra de Santo Antônio, Estrela de Alagoas, Cajueiro, Campo Alegre, Capela, Jacuípe, Japaratinga, Joaquim Gomes, Maragogi, Messias, Minador do Negrão, Novo Lino, Ouro Branco, Paripueira, Paulo Jacinto, Porto Real do Colégio, Santa Luzia do Norte, Santana do Mundaú, São José da Laje, Branquinha e São Luiz do Quintude.

Por: Ascom / Saúde
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3 comentários:

  1. Perder o PSF é voltar para uma situação critica, em que a população irá esperar dias para passar por um medico e pedir uma requisição de um exame. Por mais fragil que seja o Programa de Saúde da Familia ele é de grande valia. Essa problemática que o nosso municipio vem sofrendo é algo que está acontecendo em varias cidades do estado, a luta pra ñ perder esse programa é grande, porem dificil. Espero que diante de tantas perdas que o nosso municipio sofreu, ñ passe por mais uma, fazendo com que toda luta para construção de um programa de saúde eficaz ñ fique pelo caminho.

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  2. muito enterezande esta sat seu gostaria escreve ai si tu fala ne sobre a campalha da fraternidade um argivo que eu escrevi oki manda ai no meu orkut ok fica com Deus

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  3. Realmente, o município deverá crescer, em assistência ..É preocupante...

    A população não pode ter mais perdas...

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