quinta-feira, 23 de setembro de 2010

Sesau garante assistência à população afetada pela enchente

Após a fase crítica, a assistência permanece nas localidades mais afetadas, como Santana do Mundaú, Branquinha, Murici e outros municípios do Vale do Mundaú.

Os municípios afetados pelas enchentes, que atingiram Alagoas em junho deste ano, continuam sendo alvos de ações promovidas pela Secretaria de Estado da Saúde (Sesau). Para garantir assistência à população, os técnicos da Sesau vêm atuando.

Após a fase crítica, a assistência permanece nas localidades mais afetadas, como Santana do Mundaú, Branquinha, Murici e outros municípios do Vale do Mundaú.

Segundo o secretário de Estado da Saúde, Herbert Motta, depois de três meses da enchente, a Sesau continua dando assistência em alguns municípios, que ainda não conseguiram recuperar completamente o serviço de saúde. Entre eles, Branquinha, onde continua funcionando um Posto de Saúde provisório e duas unidades em Santana do Mundaú, como também instalou um laboratório de patologia clínica. No município, durante a noite, há uma equipe do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência todos os dias.

Atendendo a uma solicitação dos gestores municipais, a secretaria estará instalando três postos provisórios de saúde, sendo dois em Murici e um em União dos Palmares. Em alguns municípios, a Sesau irá reconstruir alguns equipamentos como Unidades de Saúde Básica, Posto de Apoio e um hospital.

Os estabelecimentos de saúde serão construídos em Atalaia, Braquinha, Cajueiro, Capela, Jacuípe, Joaquim Gomes, Murici, Quebrangulo, Rio Largo, Santana do Mundaú, São José da Lage, Satuba, União dos Palmares e Viçosa. A única unidade hospitalar será erguida em Paulo Jacinto. Ao todo serão 39 unidades e serão investidos R$ 21.840 milhões. Para a rede de reestruturação de atenção à saúde serão destinados recursos no valor de R$ 11.378.400.

“As demais atividades realizadas pela Sesau estão sendo realizadas na área de promoção a saúde e assistência, com vacinação, lazer e vários serviços, no sentido de resgatar a auto-estima das famílias vítimas das enchentes. Psicólogos e psiquiatras também estão assistindo aos desabrigados. E, a secretaria continua abastecendo de medicamentos e co-relatos as unidades de saúde”, disse Motta.

O Centro de Informações Estratégicas de Vigilância em Saúde (Cievs), realizou um monitoramento em 15 municípios (Atalaia, Branquinha, Cajueiro, Capela, Jacuípe, Joaquim Gomes, Murici, Paulo Jacinto, União dos Palmares e Viçosa). Nessas cidades, os técnicos voltaram sua atenção para detectar prováveis casos de febre tifóide, leptospirose, hepatite A, dengue, difteria, coqueluche, sarampo, rubéola, meningite e varicela.

A partir de 20 de junho, o Cievs notificou 55 casos suspeitos de coqueluche. Desse total 18 foram confirmados por laboratório, 58 de leptospirose, sendo que 17 tiveram confirmação e um óbito registrado; dois casos confirmados de meningite meningocócica, um de meningite bacteriana, 695 suspeitos de dengue, com a confirmação de 151; três suspeitos de rubéola, cinco de hepatite A, 18 casos de varicela e um suspeito de febre tifóide.

FONTE: Secretaria de Estado da Sáude


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